Redação 96FM

A Policia Federal deflagrou operação nesta sexta-feira (13) para apurar um esquema de fraudes na liberação de créditos junto à Caixa Econômica Federal entre os anos de 2011 e 2013. Um dos mandatos de busca e apreensão teve como alvo o apartamento do ex-ministro Geddel Vieira Lima que era vice-presidente de pessoa jurídica da Caixa no período da fraude investigada.

Por volta de 06h00 uma viatura com uma equipe da PF chegou ao luxuoso prédio onde Geddel mora, localizado no Jardim Apipema, área nobre de salvador. Os agentes saíram do prédio com uma maleta nas mãos. Segundo testemunhas, o apartamento estava sem ninguém, mas a polícia arrombou a porta e entrou mesmo assim.

Os agentes da PF também cumpriram mandatos em endereços nos estados do Paraná, São Paulo. Além de realizarem buscas na sede da Caixa em Brasília. A operação foi batizada de Cui Bono em referência a expressão em latim que significa “a quem beneficia?”.

Por meio de nota, a PF disse que o esquema investigado seria composto à época (2011-2013) pelo vice-presidente de Pessoa Jurídica da Caixa Econômica Federal, pelo vice-presidente de Gestão de Ativos, além de um servidor do banco, empresários e dirigentes de empresas dos ramos de frigoríficos, de concessionárias de administração de rodovias, de empreendimentos imobiliários, além de um operador do mercado financeiro.

 A apreensão do celular ocorreu durante busca e apreensão, realizada na Operação Cantilinárias, da qual a Cui Bono é um desdobramento. Segundo a PF, o celular apreendido continha “intensa troca de mensagens eletrônicas entre o presidente da Câmara à época e o vice-presidente da Caixa Econômica Federal de Pessoa Jurídica entre 2011 e 2013”.

A Caixa disse em nota que está em contato permanente com as autoridades, prestando irrestrita colaboração com as investigações.

Com informações do G1, assista a reportagem

 

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