Redação 96FM

Subiu para 47 o número de mortes por suspeita de febre amarela em Minas. O boletim da Secretaria de Estado de Saúde (SES) de Minas Gerais divulgado na tarde desta segunda-feira (16) trás nove novos casos de óbitos em relação ao último balanço.

A SES já considera vinte e duas das mortes como prováveis da doença, pois os exames preliminares dos pacientes apontaram como positivo para a doença, novos exames irão confirmar o motivo dos óbitos. O município de Ladainha, Vale do Mucuri, é o que mais registrou mortes, já foram oito mortes prováveis da doença, Malacachete registrou dois casos, Poté e Sutubinha, registraram um óbito cada. No Vale do rio Doce, Piedade de Caratinga lidera as lamentáveis estatísticas com quatro mortes, Ipanema registrou duas, Imbé de Minas, Itambacuri e São Sebastião do Maranhão registraram uma morte cada.

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Os casos suspeitos chegara a 152, 19 a mais do que o registrado no boletim anterior. Os casos prováveis com exame laboratorial positivo chega a 37, sendo 35 homens e 2 mulheres, a idade média dos pacientes é de 42 anos. Ladainha também é o município com mais casos suspeitos, foram 36. Caratinga tem 23 registros, Imbé de Minas  registrou 13 e Piedade de Caratinga 12 casos. Outros 22 municípios registram causas suspeitas da doença, o município de Simonésia foi o primeiro da região Zona da Mata a registrar um caso da doença.

A febre amarela em Minas

A febre amarela é uma doença infecciosa febril aguda, causada por um vírus, que pode levar à morte em cerca de uma semana se não for tratada rapidamente. De acordo com o Ministério da Saúde, a doença é transmitida por mosquitos e comum em macacos, que são os principais hospedeiros do vírus. Entre os sintomas da febre amarela estão dores de cabeça e musculares, náuseas, vômito, febre alta, calafrios e cansaço.

Os casos mais graves da doença estão sendo tratados em Belo Horizonte no Hospital Eduardo de Menezes, referência em tratamento de doenças infecciosas. Três pessoas já morreram na unidade de saúde com suspeita da doença.

Assista a reportagem no G1

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